😂🚧 “Asfalto, Ego e Picuinha: quando a obra atrasa mais que promessa de campanha”

📸 Reprodução / Instagram @vereador_coquinho | Arte: Pauta Solta
🧱 Morro do Caracol, politicagem raiz e o Brasil que emperra por birra
Por Adelar Dias Junior
Se você acha que o maior desafio de uma obra pública é o barro, a chuva ou o orçamento… talvez esteja olhando para o lado errado da estrada. A política local em Marechal Floriano acaba de nos lembrar — com direito a vídeo, indireta e pitada de drama — que o verdadeiro buraco às vezes não está no chão, mas no comportamento de quem deveria tapá-lo.
O gancho da vez vem de uma publicação do vereador Coquinho Kiffer no Instagram, onde ele apresenta obras, fala de avanços… e solta aquela frase que ecoa mais que britadeira em dia de domingo: a obra do morro do Caracol deveria ter começado no início do mandato, mas “teve gente que atrapalhou, perdeu a eleição e foi lá atrapalhar a liberação do dinheiro”.
Sim, você leu certo.
E se isso for verdade — e aqui começa o nosso passeio ácido — estamos diante do velho clássico brasileiro: a política do “não é meu, então não anda”.
🎥 Obras, discursos e aquele tempero chamado “realidade”
No vídeo, a comunicação segue o roteiro tradicional: mostrar serviço, listar conquistas, reforçar compromisso. Até aí, tudo dentro do esperado. Afinal, obra pública também é comunicação — e comunicação, convenhamos, é parte do jogo.
Mas então vem o trecho que muda o tom.
Quando o assunto chega ao calçamento do morro do Caracol, a narrativa sai do institucional e entra no território da denúncia indireta. E é aí que a coisa fica interessante — e preocupante.
Porque, se uma obra pública depende menos de planejamento e mais de humor político, temos um problema que vai muito além de Marechal Floriano.
🧠 A política do “se não for meu, não acontece”
Vamos falar sem rodeio, como quem puxa cadeira e oferece café:
Essa história de alguém perder eleição e ainda assim “atrapalhar” uma obra é o retrato da política mais atrasada possível. É o famoso “eu não ganhei, então ninguém ganha”.
Não importa se a estrada precisa de calçamento.
Não importa se a população sofre com poeira, lama ou risco.
Importa o ego.
E aqui vai a pergunta que não quer calar:
👉 desde quando obra pública virou troféu pessoal?
Essa lógica pequena transforma gestão pública em disputa de vaidade. E pior: quem paga a conta não é o político — é o cidadão que continua subindo morro no barro.
🔥 Extremismo, birra e o festival do “eu primeiro”
Agora amplia o zoom.
O que vemos no Caracol não é um caso isolado. É um sintoma. O mesmo comportamento se repete em diferentes níveis do país:
- Projetos engavetados porque “não são do meu grupo”
- Recursos travados por disputa política
- Decisões baseadas em ideologia, não em necessidade real
E aí nasce o ambiente perfeito para o extremismo.
Não aquele só de discurso inflamado, mas o mais perigoso:
👉 o extremismo da incapacidade de cooperar.
Quando tudo vira “lado A contra lado B”, o interesse público vira figurante.
🏗️ Enquanto isso, a vida real segue
No meio desse cabo de guerra, a população continua vivendo a vida real:
- Criança indo para escola em estrada ruim
- Trabalhador desviando de buraco
- Morador esperando algo que já deveria ter sido resolvido
E aí fica o questionamento que incomoda:
👉 quantas obras no Brasil estão atrasadas não por falta de dinheiro… mas por excesso de ego?
💬 Bora falar disso? (e falar mesmo!)
Aqui no Pauta Solta, a gente não passa pano — mas também não faz caça às bruxas. A ideia é provocar reflexão.
Então queremos saber de você:
Isso é “normal” na política ou já passou da hora de parar?
Você já viu situação parecida na sua cidade?
Quem deve ser responsabilizado quando uma obra trava por politicagem?
💥 Comenta aí. Sem filtro. Sem medo.
📌 💡 Box Pauta Solta – Como NÃO travar uma cidade
Se alguém ainda não entendeu o básico da boa política, a gente ajuda:
✔️ Obra pública não tem dono — tem finalidade
✔️ Continuidade administrativa não é favor, é obrigação
✔️ Rivalidade política não pode virar sabotagem
✔️ Transparência evita fofoca virar “verdade”
✔️ E, principalmente: ego não asfalta estrada
🔗 Leia mais no Pauta Solta
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Sempre com aquele tempero: direto, crítico e sem enrolação.
📎 Fontes
- Postagem original: https://www.instagram.com/p/DWWwKvTjVwx/
- Portal da Transparência: https://www.portaltransparencia.gov.br/
- Tribunal de Contas do ES: https://www.tcees.tc.br/
🚨 Pra fechar
Se obra depende de eleição, temos um problema.
Se depende de ego, temos um problemão.
Mas se depende da população cobrar… aí começa a solução.
👉 Então bora fazer barulho. Nos comentários, nas ruas, onde for.
Porque estrada boa começa com política séria — e termina com menos conversa fiada.
💬 Agora é contigo.

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